Oferecer um presente a um surfista parece fácil: tudo o que tenha a ver com o mar vai agradar. Na prática, metade dos presentes "de surf" acaba numa gaveta: a parafina era para água tropical e ele surfa na Ericeira em janeiro, o fato não era do tamanho certo, a capa era curta para a prancha. Este guia foi pensado para acertar com alguém que surfa na Europa, com as suas águas frias, viagens de carrinha e invernos de 4/3. Está organizado por tipo de presente e, no fim, tens um resumo por orçamento.

Escolhemos coisas que os surfistas usam mesmo e que se gastam, se perdem ou se partem (boa notícia para quem oferece: fazem sempre falta). Encontras tudo em qualquer surf shop ou online. E quando o melhor presente não está à venda numa loja, como uma prancha de um shaper local, também te dizemos.
Antes de comprar: cinco perguntas para acertar
Não é preciso estragar a surpresa. Consegues as cinco respostas numa conversa casual, a olhar para o material ou a perguntar ao companheiro habitual de surf:
- Onde surfa e em que época? O golfo da Biscaia em fevereiro (água a 12–13 °C) não tem nada a ver com o Algarve em setembro (19–21 °C) ou o Mediterrâneo no verão. A temperatura da água decide a parafina, a espessura do fato e se precisa de botas, luvas e capuz.
- Que prancha usa e quanto mede? O comprimento da prancha decide o leash e a capa. Procura o número escrito no stringer ou na parte de baixo, do tipo 6'2" ou 9'0". Se não o encontrares, uma foto da prancha ao lado de uma porta dá uma boa ideia.
- Que nível tem? Quem está a começar agradece coisas que o ajudem a evoluir (uma balance board, um surfskate, um bom livro técnico). Quem surfa há anos já tem o básico e valoriza mais a qualidade, as experiências ou algo personalizado.
- Que tamanho usa? Em fatos, botas e luvas, o tamanho é decisivo. Se não o conseguires descobrir, oferece outra coisa ou garante que a troca é fácil.
- Viaja com a prancha? Se se desloca de carro, de carrinha ou de avião com a prancha, tudo o que tenha a ver com transporte (capas, racks, cintas) vai ser muito usado.
Regra de ouro: um consumível de qualidade (parafina, protetor solar, leash) quase nunca falha. Algo técnico e caro (fato, prancha, relógio) só resulta se souberes exatamente o que precisa.
Os básicos que se gastam sempre
São os presentes mais seguros. Qualquer surfista os usa todas as semanas, acabam ou perdem-se, e quase ninguém tem demasiados.
Parafina para a temperatura da água
A parafina (wax) dá aderência aos pés em cima da prancha. Vende-se por temperatura da água: quanto mais fria a água, mais macia a parafina. Como referência, a maioria das marcas usa intervalos parecidos com estes: cold (abaixo de 14–15 °C), cool (14–20 °C), warm (19–24 °C) e tropical (acima de 24 °C). Para o Atlântico europeu, cold no inverno e cool no verão acertam quase sempre. No Mediterrâneo, cool no inverno e warm no verão.

Um bom detalhe é um pack de várias barras com uma base coat (uma parafina mais dura que se aplica primeiro e dura muito mais) e um pente de parafina para raspar e renovar a aderência.
Pack de parafina + base coat + pente
O presente pequeno que nunca sobra. Escolhe a temperatura conforme onde surfa e junta um pente se não tiver.
Um leash do comprimento certo
O leash liga o tornozelo à prancha e desgasta-se com o sol, o sal e os caldos. Um surfista ativo troca-o a cada uma ou duas temporadas, e convém ter sempre um de reserva no carro. A regra é simples: o leash mede o mesmo que a prancha ou um pé a mais. Para pranchas curtas (5'6"–6'4") usa-se um de 6'; para mid-lengths e funboards, 7'–8'; para longboards, 9' ou 10', muitas vezes preso ao joelho ou à barriga da perna. Os de 5–6 mm de espessura são mais leves (competição, ondas pequenas); os de 7 mm, mais resistentes para ondas com força.
Leash de surf
Vê o comprimento da prancha e escolhe o leash de acordo. De preferência uma marca conhecida, com destorcedor duplo e velcro largo.
Kit de reparação de pranchas
As mossas (os famosos dings) são inevitáveis, e uma prancha que mete água estraga-se depressa. Um kit de reparação rápida com resina que endurece ao sol permite arranjar uma mossa pequena na praia em dez minutos. Importante: a resina epóxi serve para pranchas de EPS e de PU, mas a de poliéster só para PU. Se não sabes de que é a prancha, escolhe um kit epóxi.
Kit de reparação com resina solar
Pequeno, cabe na mochila e salva mais do que uma sessão. De preferência epóxi, que serve para quase todas as pranchas.
Tampões para os ouvidos
Pode parecer um presente estranho, mas é dos mais úteis. A água e o vento frios provocam com os anos o chamado "ouvido de surfista" (exostose): um crescimento do osso do canal auditivo que pode acabar em cirurgia. Na Europa, com água fria boa parte do ano, é muito comum. Há tampões específicos para surf que deixam passar o som e não caem com os caldos.
Tampões de ouvido para surf
Um presente que cuida da saúde. Procura modelos para desportos aquáticos, com cordão para não os perder.
Proteção solar resistente à água
Sessões de duas ou três horas com o reflexo da água castigam muito a cara. Os cremes e sticks de óxido de zinco aguentam muito melhor a água do que um protetor normal, e as fórmulas minerais sem oxibenzona nem octinoxato respeitam mais o mar. Um stick para a cara e os lábios cabe no bolso do fato.
Stick solar de zinco para surf
De preferência com filtros minerais. Há versões coloridas, que uns adoram e outros nem tanto.
Para a água fria do Atlântico europeu
Aqui está a grande diferença entre surfar na Europa e surfar no Havai ou em Bali. Do norte de Portugal à Escócia, passando pela Galiza, o norte de Espanha, França, Irlanda ou Inglaterra, a água está fria boa parte do ano. Tudo o que ajude a passar menos frio antes, durante e depois da sessão é um acerto garantido.

Poncho toalha com capuz
Provavelmente o presente de surf mais apreciado na Europa. É uma toalha grande em forma de poncho que permite trocar de roupa no parque de estacionamento sem dar espetáculo e sem congelar. Os de turco de algodão são os clássicos; os de microfibra secam mais depressa e ocupam menos. Para o inverno existem também ponchos impermeáveis forrados a polar (os changing robes), muito populares no Reino Unido e na Irlanda, que aquecem como um casaco.
Poncho toalha de surf
Quase sempre tamanho único. Escolhe uma cor de que goste: vai usá-lo depois de cada sessão.
Botas, luvas e capuz de neoprene
Com água abaixo de 14 °C, os pés e as mãos são os primeiros a arrefecer. Umas botas de 3 a 5 mm (com dedo separado ou não), umas luvas de 3 a 5 mm e um capuz prolongam a temporada vários meses. No norte de Portugal e de Espanha no inverno usam-se muito botas de 3–5 mm; na Bretanha, Irlanda, Escócia ou Escandinávia, o kit completo de botas, luvas e capuz de 5 mm é quase obrigatório.
Atenção ao tamanho: uma bota grande demais enche-se de água e perde-se sensibilidade; uma pequena demais corta a circulação e dá ainda mais frio.
Botas de neoprene para surf
Descobre o número de calçado. Para o inverno atlântico, 5 mm; para a meia-estação, 3 mm.
Luvas de neoprene
Mais finas (3 mm) para o outono e a primavera; de 5 mm ou em forma de mitene para águas muito frias.
O fato: só se souberes o tamanho
Um bom fato de surf é um presente magnífico, mas também o mais fácil de falhar. Como guia de espessuras para a Europa: 3/2 mm para o verão no Atlântico ou a primavera e o outono no Mediterrâneo; 4/3 mm para a primavera e o outono no Atlântico e o inverno no sul de Portugal e nas Canárias; 5/4 mm ou 5/4/3 com capuz para o inverno no norte de Portugal e de Espanha, França, Reino Unido e Irlanda; e 6/5 mm para a Escócia, a Noruega ou a Islândia. Repara também no fecho: os modelos com fecho no peito (chest zip) deixam entrar menos água do que os de fecho nas costas.
Se queres oferecer um fato sem estragar a surpresa, um cartão-presente de uma surf shop local, onde o possa experimentar, é uma boa opção.
Fato 4/3 com fecho no peito
A espessura mais versátil para o Atlântico europeu. Compra só se souberes o tamanho, ou garante que pode ser trocado.
Balde ou saco para trocar de roupa
Um balde flexível grande, ou um tapete que se fecha como um saco, serve para trocar de roupa em cima sem se encher de areia e para guardar o fato molhado sem encharcar a bagageira. É barato, pouco vistoso e dos mais usados.
Tapete-saco para o fato
Um básico da carrinha e do carro. De preferência com pegas e com tamanho suficiente para um fato de inverno.
Transportar e proteger a prancha
As pranchas partem-se muito mais no carro, no avião ou em casa do que na água. Por isso, tudo o que as proteja é um presente que se usa sempre.
Capa de prancha (boardbag)
Há dois tipos. As capas meia (socks) são de tecido elástico, leves e baratas: protegem do sol e de pequenos toques. As capas acolchoadas de viagem, com 5–10 mm de espuma, protegem de pancadas a sério e são imprescindíveis para avião. A capa deve ser um pouco maior do que a prancha: para uma 6'2", uma capa de 6'4"–6'6"; para um longboard de 9'0", uma de 9'2"–9'6". Vê também a largura se a prancha for um fish ou um mid-length largo.
Capa acolchoada para prancha de surf
Escolhe o comprimento conforme a prancha. Com alça, bolso para quilhas e fecho resistente ao sal.
Rack mole para o carro e cintas
Se não tem barras de tejadilho, um rack mole (dois rolos acolchoados que se prendem passando por dentro do carro) permite levar uma ou duas pranchas em qualquer carro. Se já tem barras, umas cintas com fivela protegida e protetores de espuma são um presente útil e barato. Lembra-lhe que a prancha vai sempre com as quilhas para cima e para a frente.

Rack mole para pranchas de surf
Serve em quase todos os carros sem barras. De preferência com cintas longas para levar duas pranchas.
Cofre para as chaves
O eterno problema de onde deixar as chaves do carro enquanto surfas. Um pequeno cofre com código que se prende ao gancho de reboque ou à janela resolve o dilema. Um presente que se agradece desde o primeiro dia.
Cofre portátil para chaves
De preferência com código numérico e cabo ou argola resistente.
Quilhas
Um jogo de quilhas novo muda a sensação da prancha, mas só é bom presente se souberes que sistema usa (FCS II, FCS clássico ou Futures, que não são compatíveis entre si), que configuração (thruster, quad, twin) e que tamanho para o seu peso. Se não souberes, deixa-o escolher.

Para treinar quando não há ondas
Na Europa há muitas semanas de mar flat ou de temporais impossíveis. Os surfistas aproveitam esses dias para treinar o equilíbrio e a técnica, e estes presentes têm muito sucesso, sobretudo entre quem está a aprender.
Surfskate
Um surfskate é um skate com um eixo dianteiro que vira muito mais do que o de um skate normal, de forma que se pode "bombar" para ganhar velocidade sem dar remadas com o pé e treinar curvas parecidas com as da água. É a ferramenta de treino mais popular dos últimos anos. Os tamanhos entre 30" e 33" são os mais versáteis; os mais curtos viram mais e os mais compridos são mais estáveis.

Surfskate
Para treinar curvas e técnica em terra. Se quem o recebe nunca andou de skate, junta umas proteções.
Balance board
Uma tábua de madeira sobre um rolo para treinar o equilíbrio em casa. Ajuda a ganhar estabilidade e força nas pernas e no core, e é divertida para toda a família. Ocupa pouco e usa-se em frente à televisão.
Balance board de madeira
De preferência com rolo de cortiça ou madeira e um tapete por baixo para não riscar o chão.
Material de treino físico
A remada é 80 % do surf. Umas bandas elásticas de resistência para trabalhar ombros e costas, ou uma bola de pilates para o core, são presentes baratos que melhoram mesmo o rendimento na água, sobretudo para quem só pode surfar ao fim de semana.
Bandas de resistência
Um conjunto de várias intensidades com pegas chega para treinar a remada em casa.
Tecnologia: relógios, câmaras e bolsas estanques
Relógio com marés
Saber a maré sem tirar o telemóvel é muito prático, porque muitos picos europeus só funcionam numa parte da maré. Há relógios simples com tabela de marés e relógios desportivos com GPS que, além disso, registam cada onda: quantas apanhaste, a que velocidade e quantos metros percorreste. Os relógios desportivos com modo surf de marcas como a Garmin são os mais completos, mas também os mais caros.
Relógio de surf com marés
Confirma que é resistente à água a pelo menos 10 ATM e que inclui portos da Europa na base de dados de marés.
Câmara de ação
Para se filmar a partir da prancha com um suporte colado ao deck ou preso na boca (sim, existe um suporte que se morde), ou para alguém filmar da areia. As câmaras de ação atuais filmam em 4K, são submersíveis sem caixa e estabilizam muito bem. Junta uma pega flutuante para não a perder.
Câmara de ação submersível
Confirma que inclui ou tem disponível um suporte para prancha de surf.
Bolsa estanque para o telemóvel
Para levar o telemóvel na praia, no caiaque ou numa viagem sem medo da areia e da água. Barato e prático.
Bolsa estanque para telemóvel
Com certificação IPX8 e cordão para pendurar.
Livros e filmes de surf
Um livro é um presente que não depende de tamanhos nem de temperaturas, e a cultura do surf tem grandes obras. Algumas que recomendamos:
- Barbarian Days (William Finnegan). As memórias de um jornalista da New Yorker que surfou meio mundo desde os anos 60. Ganhou o Prémio Pulitzer de biografia em 2016 e é, provavelmente, o melhor livro alguma vez escrito sobre surf. Para qualquer surfista, seja qual for o nível.
- The Stormrider Guide Europe. O guia clássico dos spots de surf da Europa, com mapas, temporadas e condições de cada pico. Perfeito para planear viagens (em inglês).
- The Surfboard: Art, Style, Stoke (Ben Marcus). Um livro ilustrado sobre a história das pranchas de surf, das havaianas de madeira maciça aos designs modernos. Ideal para a mesa da sala e para quem gosta de pranchas como objeto (em inglês).
- Surf Is Where You Find It (Gerry Lopez). Histórias do lendário surfista de Pipeline e shaper, contadas com humor e muita filosofia (em inglês).
E para uma tarde de sofá, os filmes clássicos: The Endless Summer (1966), o documentário que definiu a procura da onda perfeita; Riding Giants (2004), sobre a história das ondas grandes; ou Morning of the Earth (1972), uma joia da época das pranchas curtas.
Se quiser perceber melhor as pranchas antes de comprar a próxima, os nossos guias de tipos de prancha de surf e de como escolher a primeira prancha são um bom ponto de partida.
Para casa: suportes, posters e toalhas
Suporte de parede para pranchas
Uma prancha bonita merece estar à vista, e pendurada na parede fica muito mais protegida do que encostada a um canto. Há suportes horizontais de madeira para uma ou várias pranchas e suportes verticais minimalistas. Para pranchas de madeira ou um longboard clássico, um suporte de parede transforma a prancha num objeto de decoração.
Suporte de parede para prancha de surf
Confirma a largura máxima de prancha que admite (os longboards e os fish são mais largos).
Posters, mapas e fotografia de surf
Um poster da sua onda favorita, uma carta náutica da sua costa ou uma fotografia de um fotógrafo de surf local são presentes muito pessoais. Muitos fotógrafos das praias europeias vendem cópias das suas fotos; pergunta na surf shop ou nas redes do spot. Se preferires algo mais simples, os posters de tabelas de marés e de mapas batimétricos ficam muito bem.
Toalhas de microfibra e mochilas estanques
Uma toalha de microfibra grande ocupa pouco e seca num instante, ideal para viagens. Uma mochila estanque ou dry bag de 20–30 litros separa o seco do molhado e é perfeita para o dia de praia.
Mochila estanque 20–30 L
Com fecho enrolável e alças acolchoadas para levar às costas.
Experiências e uma prancha feita à mão
Os presentes de que mais nos lembramos raramente vêm numa caixa.
Uma prancha feita por um shaper local
É o grande presente para qualquer surfista. Uma prancha feita à medida por um shaper que conhece as ondas da zona é uma experiência em si mesma: a primeira conversa, as decisões sobre medidas e design, a visita à oficina enquanto é feita. Como é algo muito pessoal, a melhor forma de a oferecer é com um vale ou cartão-presente do shaper, para a desenharem juntos. Muitos shapers europeus aceitam se lhes pedires. No diretório Shapers Europe tens mais de 200 oficinas em 15 países; filtra por zona e escreve-lhes. Uma prancha custom custa normalmente entre 500 e 900 € (mais se for de madeira).

Se procuras uma prancha que dure toda a vida e seja mais sustentável, há shapers especializados em pranchas ecológicas e de madeira.
Um workshop para fazer a sua própria prancha
Para o surfista curioso ou com jeito para trabalhos manuais, aprender a fazer uma prancha é uma experiência incrível. Alguns shapers organizam cursos de fim de semana ou de vários dias no fim dos quais se leva a própria prancha para casa. Outros, como a Shaper.fr em Seignosse (França), vendem todo o material e dão formação para a fazer em casa. Procura no diretório as oficinas da tua zona e pergunta se fazem cursos.
Aulas, coaching e viagens
Para quem está a começar, um pack de aulas numa escola de surf. Para quem já surfa, uma sessão de coaching com vídeo (filmam-te e depois analisam a tua técnica) é dos presentes que mais fazem evoluir. E para os grandes momentos, uma viagem: uma semana num surf camp em Portugal, nas Canárias ou em França, ou uma escapada à procura de ondas em Marrocos. Espreita a nossa previsão de ondas e o calendário de eventos para escolher datas.

Presentes mais sustentáveis
Os surfistas passam muito tempo no mar e a maioria preocupa-se em cuidar dele. Algumas ideias para oferecer com menos impacto:
- Parafina ecológica, feita com cera de abelha, cera de soja ou resinas naturais em vez de derivados do petróleo.
- Protetor solar mineral sem oxibenzona nem octinoxato, que danificam os corais e a vida marinha.
- Fatos de borracha natural ou reciclada, que várias marcas já fabricam como alternativa ao neoprene de petróleo.
- Roupa de algodão orgânico ou de materiais reciclados de pequenas marcas europeias de surf.
- Uma prancha de madeira ou de EPS com resina bio feita por um shaper local: menos transporte, mais durabilidade, mais história.
- Reparar em vez de comprar: um vale para reparar numa oficina aquela prancha velha que está na garagem também é um presente bonito.
Ideias por orçamento
Menos de 30 €
- Pack de parafina com base coat e pente
- Tampões de ouvido para surf
- Stick solar de zinco
- Kit de reparação de pranchas
- Bolsa estanque para o telemóvel e tapete-saco para o fato
- Um livro de surf
De 30 a 100 €
- Poncho toalha de surf
- Botas ou luvas de neoprene
- Um leash de boa marca
- Capa meia ou capa acolchoada simples
- Rack mole para o carro ou cofre para as chaves
- Suporte de parede para a prancha
- Balance board
De 100 a 300 €
- Surfskate
- Capa de viagem acolchoada
- Poncho impermeável forrado a polar
- Câmara de ação
- Um pack de aulas ou uma sessão de coaching com vídeo
- Jogo de quilhas (se souberes o sistema)
Mais de 300 €
- Um fato de inverno de qualidade (se souberes o tamanho)
- Relógio GPS com modo surf
- Uma prancha à medida de um shaper local ou um curso para a fazer
- Uma viagem de surf
O que é melhor não oferecer (ou não sem perguntar)
- Uma prancha de surf de surpresa. Cada surfista sabe muito bem que medidas, volume e forma quer. Uma prancha errada é um presente caro que não se usa. Melhor um vale para um shaper.
- Um fato sem saber o tamanho. Se fica largo entra água e dá frio; se fica apertado não se consegue remar. Os tamanhos variam muito entre marcas.
- Parafina da temperatura errada. Uma parafina tropical em água fria não agarra nada; uma de água fria no verão derrete e suja.
- Quilhas sem saber o sistema. FCS e Futures não são compatíveis.
- Leashes de má qualidade. Um leash que parte deixa a prancha solta entre os outros surfistas, o que é perigoso. Aqui não vale a pena poupar.
- Gadgets de recordação. As canecas com pranchas e os porta-chaves com ondas são simpáticos, mas raramente são o que um surfista quer.
À procura do presente perfeito? Encontra um shaper perto no diretório Shapers Europe e pergunta-lhe por um cartão-presente. E se conheces um shaper que não aparece, avisa-nos.